domingo, 1 de julho de 2012
Rio: Patrimônio Mundial como paisagem urbana
Somos, desde hoje, Patrimônio Mundial como paisagem cultural urbana. O Rio de Janeiro é a primeira cidade do mundo a candidatar-se e receber o título, concedido pelo Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, e a Cultura. O Comitê, órgão independente composto por 21 Estados-partes da Convenção do Patrimônio Mundial de 1972, decidiu pela honraria em sua 36ª sessão, que acontece entre 24 de junho e 6 de julho em São Petersburgo, na Rússia.
O presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Luiz Fernando de Almeida, que acompanhou os trabalhos junto com a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, disse que 'o Rio representa a imagem mais difundida do patrimônio brasileiro no mundo', concluindo que 'foi preenchida uma lacuna da representação do Brasil para fora do país'.
Um orgulho a mais, somado a tantos outros que os bons cariocas nutrimos pela terra querida. Parabéns, Rio!
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terça-feira, 29 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Para o bem de todos e o desenvolvimento do Rio, o IED fica
Parece que, finalmente, vai se encerrar o impasse quanto à instalação e o funcionamento do IED, o Istituto Europeo di Design, no prédio que já abrigou o Cassino e Balneário da Urca (até a segunda metade dos anos 1940) e a Televisão Tupi (entre 1951 e 1980). Sem uso por mais de duas décadas, o local foi concedido para a instalação da entidade, porém o projeto foi prejudicado pela Associação de Moradores da Urca (AMOUR) e também pela Câmara Municipal, que impediu em 2009 a transformação do imóvel.
Agora, a solução chega por meio do funcionamento, no antigo Cassino, apenas do Centro Latino Americano de Pesquisa e Desenvolvimento, com a ida dos cursos de graduação de Arquitetura e Design para o campus (ou 'morrus', segundo um meu contemporâneo de Colégio Zaccaria, em virtude de a localização ser sobre um penhasco) da Universidade Santa Úrsula, em Botafogo. Recentemente, após um período de crise, a USU iniciou um processo de reestruturação, visando a resgatar a sua presença no ambiente educacional do Rio de Janeiro.
O principal argumento para se impedir a ida do IED para o prédio, que restou abandonado com a cassação da TV Tupi, teria sido a inexistência de Relatório de Impacto de Vizinhança, que poderia apontar grande interferência no adensamento populacional e na mobilidade da região, considerando-se o afluxo previsto pela realização das atividades da instituição num bairro eminentemente residencial, dotado de infraestrutura viária acanhada e despreparada para essa demanda. Na época, por pressão da AMOUR, os vereadores derrubaram, por unanimidade, o veto do então Prefeito Cesar Maia à Lei 1.552/2007, que tomba a construção e estabelece restrições de uso para o imóvel.
Teria sido mais fácil na ocasião que a Câmara, ela sim legítima representante dos cidadãos cariocas, de todos os bairros, mantivesse diálogo com o Executivo, de modo que, em conjunto, se pudesse chegar a uma solução que fosse benéfica não somente para a Urca mas também para o Rio de Janeiro como um todo. Afinal, não era possível compreender como vereadores e moradores presumivelmente sensatos poderiam se opor à chegada de um organismo de alto nível para ocupar um espaço em longa e progressiva decadência. Ou será que interessava a alguém - e o distinto público não sabia - manter a degradação do Cassino e, por extensão, da própria Urca?
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sexta-feira, 2 de março de 2012
Cariocas de São Paulo, da Austrália e de coração
Ninguém deixe de assistir a 'The City of Samba', resultado de uma parceria dos videomakers Jarbas Agnelli e Keith Loutit, autores, respectivamente, de 'Birds on the wires' e 'Bathtub IV', vídeos premiados dentre os mais criativos do mundo em 2010 pelo YouTube Play Guggenheim Biennial Festival.
A co-produção utiliza uma combinação de duas técnicas: tilt-shift (que recorre ao enquadramento da câmera com limitação da profundidade de campo, tornando as fotografias de objetos e cenários reais parecidos com maquetes) e time-lapse (filmagem em que cada fotograma ou quadro [frame] é tomado a uma velocidade muito mais lenta do que aquela em que o filme será reproduzido, provocando a sensação de o tempo correr mais depressa), resultando a ilusão de ótica de tudo parecer miniatura.
'The City of Samba' traz imagens de cartões postais e de cenas urbanas do Rio de Janeiro, numa bonita homenagem de um paulista e de um australiano à Cidade Maravilhosa, que aniversariou ontem.
Disponível na rede, no endereço http://vimeo.com/37157187.
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quinta-feira, 1 de março de 2012
Parabéns, menina!
A aniversariante teve um dia como gosta, ao seu estilo: de altíssimo astral, repleto de sol, sem uma nuvenzinha sequer no céu, com o calor com que conquista todos aqueles que aqui chegam. (Nesse aspecto específico, concordemos que poderia ser um pouco menos...) Brindou seus filhos, os naturais e os adotados, com o visual mais vivo de suas belezas, desde o tenro alvorecer ao grande espetáculo do pôr-do-sol, brincando de provocar contrastes os mais interessantes, no derradeiro lusco-fusco.
Bem que deveria ser feriado. Afinal, toda cidade comemora seu aniversário em dia feriado. Mas aqui, talvez para contrariar a lenda surrada de que carioca é um ser preguiçoso, se trabalha todo Primeiro de Março. Quem sabe, porém, um dia não vire?
Feriado ou não, é o nosso outro dia sagrado - além de 20 de janeiro, dia do padroeiro São Sebastião, este sim feriado, que já foi comemorado décadas atrás como sendo o dia do aniversário da cidade. E é uma data para lembrar àqueles que amam o Rio de Janeiro que é preciso reverenciá-lo todos os dias. Coisa que se faz cuidando dele: respeitando as normas de bom convívio (não jogar lixo na rua, ser cortês no trânsito...), as leis de um modo geral e tudo que possa significar mantê-lo como a Cidade Maravilhosa.
E, sobretudo, pensando muito bem em quem devemos escolher para tomar conta, junto de nós, desse pedacinho do Paraíso, que Papai do céu teve tanto carinho e absoluto esmero em desenhar e esculpir.
Felicidades, minha querida Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro!
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Bem que deveria ser feriado. Afinal, toda cidade comemora seu aniversário em dia feriado. Mas aqui, talvez para contrariar a lenda surrada de que carioca é um ser preguiçoso, se trabalha todo Primeiro de Março. Quem sabe, porém, um dia não vire?
Feriado ou não, é o nosso outro dia sagrado - além de 20 de janeiro, dia do padroeiro São Sebastião, este sim feriado, que já foi comemorado décadas atrás como sendo o dia do aniversário da cidade. E é uma data para lembrar àqueles que amam o Rio de Janeiro que é preciso reverenciá-lo todos os dias. Coisa que se faz cuidando dele: respeitando as normas de bom convívio (não jogar lixo na rua, ser cortês no trânsito...), as leis de um modo geral e tudo que possa significar mantê-lo como a Cidade Maravilhosa.
E, sobretudo, pensando muito bem em quem devemos escolher para tomar conta, junto de nós, desse pedacinho do Paraíso, que Papai do céu teve tanto carinho e absoluto esmero em desenhar e esculpir.
Felicidades, minha querida Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro!
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domingo, 11 de dezembro de 2011
Fechado para obras. Em horário totalmente inadequado
Péssima a ideia da LAMSA, de fechar o Túnel Engenheiro Raymundo de Paula Soares na noite de sábado (ontem) para domingo. Mesmo com serviços emergenciais a serem feitos, em virtude do incêndio ocorrido na galeria, três dias atrás, a operação relativamente normal ao longo de sexta e sábado bastava, para que se pensasse em dividir o trabalho de recuperação ao longo de uma sequência de madrugadas vindouras, mas jamais no final de semana, quando o deslocamento ao longo da Avenida Governador Carlos Lacerda (em especial, à noite e de madrugada) é mais significativo.
A fila de veículos na pista sentido Fundão, à uma hora da madrugada de hoje, era de quase um quilômetro, desde o Túnel Geólogo Enzo Tostes até o desvio para a faixa reversível, logo depois do túnel acústico. Um transtorno desnecessário e imprudente, para centenas de motoristas confinados numa via que se propõe 'expressa'.
Trata-se de um despreparo inadmissível para uma concessionária dotada dos recursos técnicos e humanos de que a LAMSA dispõe.
A fila de veículos na pista sentido Fundão, à uma hora da madrugada de hoje, era de quase um quilômetro, desde o Túnel Geólogo Enzo Tostes até o desvio para a faixa reversível, logo depois do túnel acústico. Um transtorno desnecessário e imprudente, para centenas de motoristas confinados numa via que se propõe 'expressa'.
Trata-se de um despreparo inadmissível para uma concessionária dotada dos recursos técnicos e humanos de que a LAMSA dispõe.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Tratado sobre a mesmice - a perda da identidade dos nossos ônibus

Os ônibus do sistema de transporte público de passageiros da Cidade do Rio de Janeiro continuam desconfortáveis, malconservados, em sua maioria não climatizados, rodando em itinerários inadequados... Porém estão de cara nova; nova e única, a menos de um 'sur ton' de amarelo, verde, azul ou vermelho, conforme a região da cidade. O Rio, que é colorido por sua própria natureza, deixou seus coletivos com a cara de São Paulo: cor de cinza. Predominantemente cinza. Cinza claro, mas cinza. Cinza como é o dia nublado, que os versos da gaúcha Adriana Calcanhoto afirmam não ser do gosto dos cariocas. Cinza como o mais eloquente antônimo de cor.
Graças a essa genial tirada dos 'ténicos' do município, acabaram com a mais elementar e eficiente forma de identificação de veículos e linhas para o público usuário: as pinturas das frotas, marcantes por suas cores, desenhos, enfim, por sua informação visual, das mais importantes para se localizar o bendito ônibus no meio do trânsito. Vá lá que o sistema precisava de uma repaginada, já que repleto de soluções de mau gosto ou ineficazes em suas propostas. Mas nada que um belo concurso entre designers, ilustradores, profissionais de comunicação ou mesmo o povão não resolvesse, seguindo um norte pré-estabelecido, como uma contribuição de cunho artístico para valorizar o serviço de transporte coletivo em nossa cidade.
Sou do imenso time de críticos que defende que a Prefeitura deve rever, com o maior empenho, essa má ideia de padronizar a pintura da frota como um todo, apesar do argumento dos burocratas da administração municipal de que 'qualquer cidade decente do mundo' tem seus ônibus com identificação visual padronizada. Na mesma linha (a de raciocínio), a Ouvidoria eletrônica da Prefeitura diz que a mudança foi pensada para 'melhorar o conforto visual da população em geral'. É um tipo de defesa, vazia, que desconsidera um aspecto primordial: o Rio não é 'qualquer cidade'; é o Rio! E, a propósito, alguém tenha a fineza de explicar o que vem a ser 'melhora no conforto visual da população em geral', definição tão brilhante que, até agora, eu não consegui alcançar.
Tornar o conjunto de coletivos que rodam em nossas ruas uma massa sem vida e sem cor, já que da mesma cor, é ainda um verdadeiro atentado à criatividade, desmerecendo mais um traço dos mais característicos que o Rio de Janeiro possui. Todos os veículos deixaram de ser 'o', passando a ser 'mais um' ônibus, misturados aos demais. Pior do que isso: empresas deixam de ter seus próprios nomes, suas marcas registradas, que agora ficam escondidas sob letras – pequeníssimas – em variantes de cinza, sem o devido contraste, e sujeitas a uma denominação genérica de consórcio – que deveria, isto sim, ser mais uma marca associada, não um nome perdido no espaço. Tudo fica absolutamente igual, insosso, estéril, amorfo.
Tornar o conjunto de coletivos que rodam em nossas ruas uma massa sem vida e sem cor, já que da mesma cor, é ainda um verdadeiro atentado à criatividade, desmerecendo mais um traço dos mais característicos que o Rio de Janeiro possui. Todos os veículos deixaram de ser 'o', passando a ser 'mais um' ônibus, misturados aos demais. Pior do que isso: empresas deixam de ter seus próprios nomes, suas marcas registradas, que agora ficam escondidas sob letras – pequeníssimas – em variantes de cinza, sem o devido contraste, e sujeitas a uma denominação genérica de consórcio – que deveria, isto sim, ser mais uma marca associada, não um nome perdido no espaço. Tudo fica absolutamente igual, insosso, estéril, amorfo.
Ou quase tudo: ao contrário dos nomes das empresas, o da Prefeitura sobressai, desproporcionalmente maior na mancha gráfica da programação visual adotada. O município é o dono da bola, contratando empresas para realizar o serviço de transporte coletivo. Porém é conveniente saber-se quem presta este serviço. Esse alguém tem uma razão social, um nome fantasia ou um apelido. Que passou a ser apenas um detalhe, seja para a população, seja para a fiscalização da própria Prefeitura (SMTU), outra prejudicada pela padronização.
Serviços diferenciados, como as linhas 2000, com ar condicionado, além dos frescões, deixam de ser diferenciados, ao menos visualmente: tudo é um mar de cinza sobre branco, na paisagem da cidade.
Pessoas não letradas, incluindo-se crianças em processo de alfabetização, são grandemente prejudicadas, já que a linguagem do elemento pintura de frota, como diferenciador, deixa de existir.
Aliás, a pretendida padronização visual, na realidade, é ainda uma ficção. A começar pelo uso do nome oficial de um dos corredores projetados pela prefeitura – Transcarioca – como designação de um dos quatro novos consórcios operacionais, o que deveria ter sido vetado. Mau sinal; de planejamento mal feito. Há também diagramações diferentes dos elementos para um mesmo uso (nome do consórcio, nome da empresa, número de ordem, sinalização de portas de 'entrada' e 'saída' e a própria disposição e o tamanho destes elementos), com tipologia variável (despadronização por absoluto desconhecimento de quem pinta), aparições diferentes de nomes de empresas operadoras (ora razão social completa, ora razão social sem 'Ltda.' ou 'S/A', ora o nome completo todo abreviado, ora apenas o nome principal), para ficar só em alguns dos senões. Uma mistura, portanto, que está longe de padronizar qualquer coisa.
Pessoas não letradas, incluindo-se crianças em processo de alfabetização, são grandemente prejudicadas, já que a linguagem do elemento pintura de frota, como diferenciador, deixa de existir.
Aliás, a pretendida padronização visual, na realidade, é ainda uma ficção. A começar pelo uso do nome oficial de um dos corredores projetados pela prefeitura – Transcarioca – como designação de um dos quatro novos consórcios operacionais, o que deveria ter sido vetado. Mau sinal; de planejamento mal feito. Há também diagramações diferentes dos elementos para um mesmo uso (nome do consórcio, nome da empresa, número de ordem, sinalização de portas de 'entrada' e 'saída' e a própria disposição e o tamanho destes elementos), com tipologia variável (despadronização por absoluto desconhecimento de quem pinta), aparições diferentes de nomes de empresas operadoras (ora razão social completa, ora razão social sem 'Ltda.' ou 'S/A', ora o nome completo todo abreviado, ora apenas o nome principal), para ficar só em alguns dos senões. Uma mistura, portanto, que está longe de padronizar qualquer coisa.
Empresas têm ônibus alocados nos quatro consórcios (?), prontos para rodar em qualquer parte da cidade. A Auto Viação Tijuca tem veículos cadastrados no consórcio Intersul ('letra de ordem' A, agora junto ao número de ordem), embora rode somente, além do Centro, nas zonas Norte e Oeste. Qual é o critério, então? Há critério?
De volta à pintura, por que não deixar que ela mostre, seguindo as silhuetas dos veículos, os nossos traços mais característicos em Cristos Redentores, Calçadões de Copacabana, Morros Dois Irmãos, Igrejas da Penha, Pedras da Gávea, Pontes Rio - Niterói, Arcos da Lapa e Pães de Açúcar, estilizados em formas e cores vivas, próprias do espírito carioca – que o projeto implantado não é capaz de atingir?
A 'cara' dos ônibus, primeira visão que se tem deles, fala muito aos passageiros. Padronizar os táxis foi enormemente vantajoso para a cidade, até porque trata-se de um serviço personalizado, com rotas à escolha do usuário e com veículos menores, que precisam do apelo visual para serem encontrados no meio do trânsito. Mas ônibus, a gente conhece – e reconhece – pela linha.
Ainda há tempo de reverter a impropriedade da mesmice da pintura e contribuir para uma revitalização da frota, com ideias avançadas e de bom gosto, criativas, práticas, lógicas e tudo o mais que se possa dizer para definir o que não é o que está aí. Ajustes são possíveis em tudo; e necessários, naquilo que não funciona direito. Sem esquecer, claro, o fundamental: veículos modernos, confortáveis, climatizados e trafegando em rotas adequadas, a preço compatível com o serviço e a capacidade de desembolso do ilustre passageiro.
De volta à pintura, por que não deixar que ela mostre, seguindo as silhuetas dos veículos, os nossos traços mais característicos em Cristos Redentores, Calçadões de Copacabana, Morros Dois Irmãos, Igrejas da Penha, Pedras da Gávea, Pontes Rio - Niterói, Arcos da Lapa e Pães de Açúcar, estilizados em formas e cores vivas, próprias do espírito carioca – que o projeto implantado não é capaz de atingir?
A 'cara' dos ônibus, primeira visão que se tem deles, fala muito aos passageiros. Padronizar os táxis foi enormemente vantajoso para a cidade, até porque trata-se de um serviço personalizado, com rotas à escolha do usuário e com veículos menores, que precisam do apelo visual para serem encontrados no meio do trânsito. Mas ônibus, a gente conhece – e reconhece – pela linha.
Ainda há tempo de reverter a impropriedade da mesmice da pintura e contribuir para uma revitalização da frota, com ideias avançadas e de bom gosto, criativas, práticas, lógicas e tudo o mais que se possa dizer para definir o que não é o que está aí. Ajustes são possíveis em tudo; e necessários, naquilo que não funciona direito. Sem esquecer, claro, o fundamental: veículos modernos, confortáveis, climatizados e trafegando em rotas adequadas, a preço compatível com o serviço e a capacidade de desembolso do ilustre passageiro.
Que nossa excelência, o Prefeito, tenha o bom senso e a boa vontade de meditar melhor a respeito.
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